A falta de ferramentas adequadas e falhas são apontados como os maiores fatores que levam ao desperdício de materiais médicos.

Obviamente, antes de buscar uma solução, é preciso realizar um diagnóstico, encontrando os fatores que resultam em erros. Importante lembrar que seguidas falhas neste segmento pode custar a vida da empresa, já que nesse aspecto, o mercado exige um nível cada vez mais alto de compromisso. Além disso, estamos falando de produtos que em geral tem um alto custo de aquisição, então se tiver muita perda, certamente estará jogando suas possibilidades de lucro no lixo.

Os erros mais comuns são:

 

Falta de controle

Esse controle também é chamado de inventário de estoque. O procedimento é responsável pelo levantamento dos produtos adquiridos, do que foi comercializado e do que precisa ser reposto.

No caso das empresas de OPME, este controle é vital. Imagine que são concedidos em consignação para determinadas cirurgias uma enorme quantia de peças, dos mais diversos tamanhos e funções. Se esse controle não for muito bem feito o risco de falha e perda de materiais é enorme.

Outro item de atenção: a validade dos materiais. É necessário atenção redobrada para que materiais com alto custo não ultrapassem a data limite de uso e sejam perdidos.

É importante estabelecer um controle viável para sua empresa. Um controle mensal, por exemplo, permite a detecção de erros e uma ação corretiva mais rápida e eficiente.

 

Armazenagem incorreta

Além de ter um local e espaço específico, é preciso ter uma equipe preparada para realizar o manuseio destes itens. Aqui, mais uma vez, a falha humana pode resultar em prejuízos consideráveis.

Entre as vantagens de um armazenamento correto está o fato de conseguir visualizar o estoque com facilidade. Isso economiza tempo no momento de organizar um pedido de itens para uma cirurgia.

 

Falta de mão de obra especializada

É um problema que tira o sono dos gestores nos mais diversos segmentos. No setor de saúde não é diferente, já que estão em jogo a vida e o bem-estar dos pacientes.

Mas não tem jeito: contar com uma mão de obra muito barata e desqualificada só vai resultar em problemas. É necessário uma equipe com profissionais aptos para desempenhar suas funções da forma mais assertiva possível.

É preciso pensar ainda na qualificação da equipe, buscando aperfeiçoamento constante: pense nisso como investimento e não como despesa para a empresa.

 

Gestão de processos desalinhada (ou a falta de processos definidos)

Não ter processos bem desenhados e documentados também pode contribuir para a perda de materiais. A empresa precisa ter processo padrão: do pedido de mercadorias, passando pelo recebimento e registro das peças, até a entrega dos materiais para cada cirurgia realizada. Isso vai permitir um mapeamento completo do caminho percorrido pelos materiais dentro da empresa – e no caso de um problema, se estiver tudo mapeado, vai ser mais fácil detectar a falha e buscar uma solução.

Outro problema de gestão que pode ser resolvido com um mapeamento fino de processos é o “sumiço” de peças. Isso mesmo. Entre os itens médicos existem peças de alto valor e isso pode ocasionar até mesmo o furto. Por isso, para evitar prejuízos é melhor investir em ações de proteção.

 

Falta de tecnologia

O uso da tecnologia é fator primordial para a gestão na área da saúde. Na verdade, os avanços são tantos, que fica quase difícil de acompanhar. Porém, é um esforço mais do que necessário para a sua empresa no controle de materiais.

Com alta tecnologia em softwares, por exemplo, é possível minimizar todos os riscos acima citados, e ainda otimizar as atividades do dia a dia – afinal seu cliente precisa de muita agilidade de processos para ter uma entrega e gestão de materiais assertiva.

Atualmente, a V2Saúde dispõe de um software específico para empresas que distribuem materiais médicos, e no caso das OPMEs, eles permitem o cumprimento de exigências legais, como a rastreabilidade.

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